O caso Luísa Sonza: precisamos falar sobre Violência Digital

Se você não conhece a Luísa Sonza, ela é uma das maiores cantoras pop brasileiras da atualidade. Entre os seus inúmeros hits, Braba foi a música que mais emplacou nas rádios e mídias sociais.

Clipe da música “BRABA”, de Luísa Sonza.

Nessa semana a equipe de Luísa Sonza informou que a artista precisou deixar o país e as redes temporariamente. O motivo? Uma onda de comentários raivosos e ameaças de morte à cantora nas redes sociais.

Luísa se casou com Whindersson Nunes em 2018, e em abril de 2020 se separaram. Na época, começaram os rumores que ela só se casou para crescer na carreira e teria largado o humorista. Mas em junho ela lançou o clipe “Flores” com Vitão, os usuários apontando nas redes que Luísa teria traído Whindersson.

Luísa e Whindersson na praia.
Fonte: Jovem Pan.

Ela começou o seu processo de negar os boatos, sem sucesso, até que em setembro eles assumiram o namoro, e Whindersson começou a namorar a estudante Maria Lina em novembro. A partir disso a história ficou mais complexa.

Maria engravidou pouco tempo depois, e em maio deste ano uma discussão entre Luísa e Whindersson veio à tona, começando com uma crítica da cantora ao governo. Quando um usuário a acusou, novamente, de ter traído o comediante, ela se manifestou e em seguida Whindersson confirmou que Luísa não o traiu e que foi ele quem rompeu o casamento, não a cantora.

Já nessa época, Luísa afirmava que ela e o namorado estavam sofrendo ataques não só nas redes sociais, mas também nas ruas, por causa desse boato de traição. Vitão já foi assediado em shows drive-in e também por um trio de rapazes que pediram um vídeo com o artista. A família de Luísa também estava recebendo ameaças de morte pelas redes sociais.

No dia 31 de maio, Maria Lina perdeu o bebê, que nasceu prematuro no dia 29, e aqui se inicia a fase mais sombria da história de Luísa Sonza: ela foi culpada pela morte do bebê, por usuários, nas redes sociais.

As redes sociais de Luísa Sonza foram bombardeadas de insultos e ameaças de morte, como divulgou o Fantástico no dia 06 de junho. Entre os áudios e comentários, ela foi chamada de “assassina” e que seria “desossada e queimada viva”. Recebeu imagens de armas com a indicação de que ela e os familiares seriam mortos.

Vale lembrar que Luísa desenvolveu depressão e síndrome do pânico nesse período.

Pessoas se uniram em um coro virtual para agredir uma figura pública, mulher, por boatos. Muitos fãs do humorista criaram a missão pessoal de infernizar a cantora de todas as formas possíveis por um rumor que foi negado pelo próprio Whindersson, e mesmo assim Luísa segue sendo agredida e responsabilizada pela morte do seu filho.

Não é de hoje que a internet vem se tornando um espaço sangrento, mas essa jornada da Luísa Sonza é um indício máximo de que precisamos mudar nosso comportamento digital.

O que garante que um desses usuários faça um atentado contra a cantora por causa de um boato já desmentido por ambas as partes? Ou que Luísa, fragilizada pelo seu estado psicológico, cometa suicídio por não aguentar a pressão?

O mais assustador é saber que existem pessoas na internet contando com uma dessas possibilidades, e dispostas a torná-las realidade.

Se você acredita que não se iguala aos usuários maníacos que estão promovendo esse linchamento virtual, questione-se: nas suas redes há comentários e mensagens raivosas direcionadas à pessoas que não te agradam? Você diz coisas desrespeitosas e agressivas na internet por indignação ou entende que o seu direito termina onde o direito do outro começa?

É preciso fazer um pacto pelo fim desse tipo de conduta na internet. Violência digital diz respeito a todos nós, e pode acontecer com qualquer um. Internet não é terra sem lei, então caso se depare com situações do tipo, denuncie.

Será que você aguentaria passar por tudo isso que a Luísa vem enfrentando?

Clubhouse: Exclusividade ou Segregação?

Se você ainda não ouviu falar do Clubhouse, saiba que é a rede social do momento, que ganhou destaque depois que personalidades como Elon Musk aderiram à rede.

Imagine uma rede social onde você pode entrar em salas virtuais com pessoas que você conhece, pessoas que você não conhece, e até mesmo algumas celebridades. A única forma de interagir com essas pessoas é por áudio, onde nada fica gravado e você precisa estar lá para acompanhar tudo o que for discutido.

Esse é o Clubhouse, prazer.

Até então essa ideia pode ser muito interessante para algumas pessoas, já que você pode se conectar não apenas com assuntos do seu interesse profissional, mas também com os maiores nomes daquele segmento. Parece uma grande oportunidade de fazer networking, e networking qualificado.

Porém, nem tudo são flores, e o Clubhouse possui dois problemas: só está disponível para iOS — por enquanto — e você só pode participar da rede com convite de algum usuário que está lá dentro.

Olhando de forma positiva, isso dá ao aplicativo a sensação de exclusividade, pois você só pode entrar com convite, e não são todas as salas que qualquer um pode participar. Mas ao mesmo tempo que esse modelo pode despertar o interesse de muita gente, no meu caso me emitiu um alerta: 

É realmente ético uma rede social limitar o acesso dos usuários ao seu conteúdo?

Com relação à exclusão do Android, isso é fácil de entender pela disparidade entre os sistemas, e a própria empresa se manifestou sobre estar em fase de testes para colocar o Clubhouse na Play Store. Agora, sobre a restrição aos usuários convidados, segue a discussão.

Talvez a ideia seja realmente filtrar para quem se interessa em conversar ao vivo com pessoas diferentes sobre qualquer assunto, até mesmo com celebridades e influenciadores. Porém, indiretamente é uma forma de segregação digital, onde deixamos claro quem pode e quem não pode fazer parte do nosso grupo.

Como forma de aumentar essa sensação, você é responsável pelos seus convites. Se um dos seus convidados ferir os termos do app, vocês dois são banidos. Mais uma forma de dizer que não é um lugar para qualquer um, e que você não deve convidar qualquer um.

Mas quem não seria esse “qualquer um”, e teria direito a entrar?

Além disso, muitas pessoas estão correndo para vender convites, lucrando com a ideia de que nem todo mundo pode fazer parte da rede. A plataforma acha problemático que qualquer um faça parte, mas não que isso se torne mais uma forma de explorar financeiramente?

E vale lembrar que isso só acontece pelo mecanismo que a própria plataforma promove: o FOMO, “Fear Of Missing Out”, ou o medo de estar perdendo algo.

As pessoas entram em desespero com a ideia de não fazer parte desse clube seleto e perder o que está acontecendo lá. E como nada pode ser gravado, você precisa estar 100% presente para não perder nada, porque senão todos estarão a par do que foi discutido na sala, e você não.

Inclusive, isso abre espaço para outra problemática: isso não seria uma estratégia consciente de “viciar” os usuários no seu conteúdo? E sejamos honestos, é irreal manter essa cultura de que você precisa estar 100% conectado, afinal nós temos uma vida fora das redes.

Duas das matérias que mais formaram o meu caráter foram Ética e Educação em Saúde, onde estudamos os processos de exclusão social e sua relação com a saúde. Eu trago essa visão acadêmica de que toda vez que você limita o acesso de pessoas a um lugar, você promove segregação baseada em algum critério.

A questão é entender qual é esse critério e porque ele é importante.

Essa não é a primeira vez que uma rede social funciona por convites, o Orkut em seu início operava da mesma forma. Além disso, o app está em sua versão beta, é difícil dizer se essa característica vai se manter ou não. Entretanto, para mim isso ainda é preocupante.

Falar em redes sociais também é falar sobre comportamentos coletivos e a influência desse comportamento entre os usuários. Muitos deles são adolescentes, suscetíveis à influências do coletivo que impactam diretamente sua auto-imagem.

E mesmo que o  Clubhouse tenha atraído usuários de faixas etárias mais elevadas, esse sentimento de inadequação também continua fazendo estragos, já que agora a moeda de troca são as relações de networking profissional.

Que mensagem você passa para a pessoa ao dizer que ela só pode fazer parte da sua rede se alguém a convidar? Talvez que ela não seja boa o bastante para estar ali, que não tem importância ou algo a contribuir. E principalmente, que ali pode não ser o seu lugar. Principalmente a nível profissional, algo que mexe muito com a autoafirmação de muita gente.

Eu já fui convidado para o Clubhouse e preferi recusar. Enquanto não sair a versão para Android nem tenho como fazer parte, mas não sinto vontade de estar lá, já que a mensagem passada pelo Clubhouse me soa muito clara: esse lugar não é para qualquer um.

E não acho que uma rede tem o poder e o direito de dizer que eu sou qualquer um.

Como usar o Spotify para fortalecer sua marca

Se você nunca pensou em usar uma plataforma de streaming de músicas a favor da sua marca, comece a pensar já!

O Spotify liberou recentemente a Retrospectiva 2020 para os seus usuários, onde podemos conferir quais foram as músicas, artistas e podcasts mais ouvidos no ano, assim como gêneros e artistas novos que descobrimos, entre outras informações.

Isso se tornou uma tendência nas redes, onde vários dos seus amigos provavelmente devem ter compartilhado os resultados, assim como eu fiz no meu perfil. Até mesmo celebridades e figuras públicas, como o Tico Santa Cruz, vocalista da banda Detonautas, postou a sua retrospectiva spotify no seu Facebook.

Você já deve ter percebido que o Spotify é uma realidade cada vez maior. Como já citei em outro artigo meu, o Spotify é uma das principais redes sociais aqui no Brasil, e você pode — e deve — usar essa plataforma a seu favor.

Quer saber como? Fica comigo que eu te explico!

Por que o Spotify?

Fonte: https://programadoresbrasil.com.br/2020/11/como-mudar-de-plano-no-spotify/

Antes de mais nada, talvez você deve se perguntar o porquê de eu ter escolhido essa plataforma, já que existem muitas outras no mercado.

Além do Spotify, podemos citar a Deezer, SoundCloud, Youtube Music, iTunes e Apple Music, Tidal, entre outras. Todas elas possuem seus prós e contras, além de suas particularidades que as tornam mais ou menos populares. 

No geral, podemos dizer que o Spotify se tornou a plataforma mais popular para o público. Entre os principais motivos, podemos destacar a possibilidade de criar uma conta gratuita e facilidade de acesso, disponível tanto na versão desktop quanto na versão mobile, para Android e iOS.

O ponto negativo é a impossibilidade de escolher uma música específica para ouvir, é preciso selecionar a playlist onde a música se encontra e deixá-la no modo aleatório, assim como a quantidade limitada de vezes que se pode pular faixas

Essa característica acontece no aplicativo, no desktop é possível ter esses comandos.

A conta gratuita também está sujeita a anúncios entre as músicas. Para eliminar os anúncios, pular as músicas de forma ilimitada, escolher faixas específicas para tocar, e ainda baixar músicas para ouvir offline, você pode assinar um plano Premium, a partir de R$ 16,90.

O Deezer é muito semelhante ao Spotify: conta com as mesmas características descritas e preços. As únicas diferenças é que o Deezer sai ganhando na qualidade de áudio e tem parceria com a TIM, onde os usuários da rede podem fechar pacotes de acesso gratuito ao Deezer.

Em compensação, o Spotify possui um algoritmo muito melhor para recomendação de músicas, formando playlists exclusivas toda segunda-feira baseado nas músicas que você e seus amigos ouvem. 

Fonte: https://edm.com/news/soundcloud-twitch

Ao contrário das outras plataformas, o SoundCloud é focado em armazenamento de áudio-conteúdo, e recentemente lançou seu próprio serviço de streaming, o SoundCloud Go. Entretanto, é necessário assinar um plano pago ou ser produtor de conteúdo nessa plataforma para usá-la.

Fonte: https://www.tecmundo.com.br/internet/134802-google-lanca-guia-evitar-cobranca-dupla-youtube-music-play-musica.htm

O Youtube Music segue a mesma pegada: foi uma aposta do Youtube para entrar no universo do streaming musical. Também foi uma forma de atender o pedido de muitos usuários, sobre tocar as músicas em segundo plano, sem precisar estar com o aplicativo ligado.

Assim como o SoundCloud Go, é preciso assinar um plano pago para usar.

Fonte: https://mundodamusicamm.com.br/index.php/digital/item/500-amazon-music-lanca-versao-gratuita-suportada-por-anuncios.html

O Amazon Music é um serviço dos assinantes da Amazon Prime, que possuem acesso ao streaming de filmes e séries, de músicas e também descontos e frete grátis nas lojas virtuais. 

O plano é pago, mas é o mais barato de todos ao comparar o custo-benefício: R$ 9,90 por mês ou R$ 99,00 na assinatura anual.

Fonte: https://tecnoblog.net/187682/apple-music-android-download-hands-on/

O Apple Music, assim como o iTunes, fazem parte do pacote iOS, apesar de serem bem distintos: o iTunes é um catálogo online de músicas, enquanto o Apple Music é o serviço de streaming da Apple

As faixas do iTunes estão disponíveis apenas para usuários iOS, enquanto o Apple Music disponibiliza essas faixas para qualquer um que tenha o app, até mesmo para Android.

Porém, o grande problema é que nem todas as faixas do iTunes estão disponíveis no Apple Music.

Fonte: https://tidal.com/

Por fim, temos o Tidal, aplicativo que tem como proprietário o Jay-Z. Sua interface, funções e preços não são muito diferentes dos outros apresentados, mas não possui conta gratuita, permite mais facilidade para montar e organizar suas playlists e o algoritmo do Spotify para recomendar músicas é um pouco melhor.

Sendo assim, o Spotify acabou sendo mais popular no país devido a esses requisitos. Não significa que os outros não são bons, mas se você quer alcançar um maior público e ter usuários mais engajados, o Spotify é a melhor escolha no momento.

Como usar o Spotify?

O aplicativo é bastante simples e intuitivo. Para criar conta você pode se cadastrar com seu e-mail ou com sua conta no Facebook, que facilita para encontrar seus amigos no Spotify.

Fonte: https://open.spotify.com/

Na barra de busca você pode encontrar artistas, usuários, playlists e podcasts. É possível seguir artistas para acompanhar suas músicas, seguir usuários para ver suas playlists, favoritar músicas, playlists e podcasts, assim como montar suas próprias playlists.

Fonte: https://open.spotify.com/

Ao entrar no perfil de um artista, é possível ouvir álbuns inteiros ou apenas pedir para tocar todas as suas músicas. Você pode selecionar o modo aleatório ou em ordem clicando em um botão, assim como repetir faixas

Fonte: https://open.spotify.com/

É possível ainda filtrar os resultados nas playlists — nome da música, nome do artista e nome do álbum — em ordem alfabética ou temporal, para tornar mais fácil a busca dentro da playlist, e também reorganizar a ordem das faixas em sua playlist.

Fonte: https://open.spotify.com/

As playlists oficiais do Spotify são divididas não apenas por gênero, mas também por estado de espírito e atividade. Caso seja fã de sertanejo, você pode buscar por playlists só com o gênero, assim como pode procurar playlists animadas para limpar a casa.

Fonte: https://open.spotify.com/

Existem também playlists só com artistas específicos e organizadas de acordo com os seus interesses, isso te ajuda a conhecer mais músicas dos artistas que gosta e dos artistas semelhantes.

Fonte: https://open.spotify.com/

Por fim, o Spotify também é uma rede social, que te permite ver o que os seus amigos estão ouvindo, assim como compartilhar as suas músicas em outras redes.

E como eu uso o Spotify no meu negócio?

Se você tem um negócio físico, como lojas e academias, ter música ambiente por si só já seria o bastante, já que você não precisaria depender de rádio, youtube ou músicas no pendrive para entreter os seus clientes.

Uma dica inclusive é ter um plano premium mais em conta só para não ter que lidar com os anúncios, caso preferir.

Porém, você que tem uma marca pessoal, como produtores de conteúdo, e profissionais autônomos também podem — e devem! — utilizar as ferramentas do Spotify de forma estratégica.

Vamos pontuar alguns exemplos:

  1. Crie playlists baseadas na sua marca.

Qualquer estabelecimento pode pegar playlists prontas para tocar ao longo do dia, mas e se você criasse playlists baseadas na identidade da sua marca?

Por exemplo: você tem uma barbearia, e você é uma pessoa que gosta muito de Jazz, Blues e Bossa Nova. São estilos diferentes que normalmente as pessoas não ouvem juntas, mas os seus clientes mais antigos já sabem que são a sua cara. 

Então ao invés de pegar uma playlist pronta, monte uma com as suas faixas preferidas. Isso gera identidade, pois os seus clientes vão passar a associar essas músicas a você e seu negócio.

No meio do atendimento começa a tocar sua música preferida do Tom Jobim, e você passa a conversar com o cliente sobre a música. Se ele gostar, vocês podem falar sobre o assunto durante o atendimento. Se ele não conhecer, será apresentado a uma experiência nova, e quando ouvir essa música em algum lugar, vai lembrar de você. 

Pode acontecer ainda do cliente marcar o seu perfil em páginas que trazem essas músicas e até mesmo sentir vontade de te apresentar as músicas preferidas dele nos próximos atendimentos, ou também mostrar músicas que lembram do seu negócio para saber se você conhece ou gosta. 

Isso gera uma conexão tão forte a ponto dos seus clientes começarem a enxergar a sua marca nas músicas que ouvem. Muito melhor do que apenas colocar um som qualquer para tocar, não acha?

Você também pode criar playlists para os seus clientes ouvirem ao longo do dia, baseadas nas músicas que tem a ver com o seu negócio. 

Um exemplo bem legal disso é a bunker, uma marca de cuecas do Rio de Janeiro que se destaca pela sua presença descontraída nas redes sociais. Eles criaram uma conta no Spotify para compartilhar playlists únicas, como “de bunker na estrada”, “de bunker no churrasco”, “de bunker na corrida”, “de bunker indo trabalhar”, e até mesmo a playlist “de bunker no dia das mães”.

Fonte: https://open.spotify.com/user/b7ed7ih4lxqkxjzhlg9g2osqe

As músicas não são escolhidas ao acaso, elas possuem estilos semelhantes que conversam com a proposta da playlist — como reunir samba, funk e pagode na playlist de churrasco, enquanto na playlist do dia das mães vemos músicas dos anos 80 — e conversam também com a marca

Marcas pessoais também podem usar esse artifício, um exemplo fantástico é o Gabriel Picolo, pseudônimo de Gabriel Bertasoli, artista gráfico brasileiro. Ele ficou conhecido pelas suas artes de Jovens Titans e foi convidado pela DC Comics a ilustrar as revistas em quadrinhos da saga.

O Picolo também criou sua conta no Spotify para divulgar playlists baseadas nos personagens da série. São tão boas que me inspiraram pessoalmente em uma das minhas histórias e até mesmo a criar uma playlist minha!

Fonte: https://open.spotify.com/user/12128432993/playlists
  1. Faça playlists colaborativas.

Um recurso muito legal no Spotify são as playlists colaborativas. Basicamente, você cria uma playlist e abre para que outras pessoas possam adicionar suas músicas nela.

Isso aconteceu no antigo box de crossfit que eu treinava. O box tinha uma playlist que deixava tocar nos treinos, sem muito preparo, até que um dia tiveram a ideia de abrir a playlist para que os alunos pudessem colocar as suas músicas preferidas.

Nem preciso dizer que foi um momento de muito entrosamento, não é? Os alunos gostaram muito da ideia e passaram a colocar várias faixas, eu inclusive, e ficou esse sentimento legal de ir para o treino com a expectativa de ouvir algumas das músicas que nós adicionamos.

O lado negativo é que por serem pessoas com gostos diferentes, a lista se torna bastante misturada, além de você precisar tomar cuidado com as músicas escolhidas para saber se não aparece nada impróprio lá. Porém, é uma ferramenta de integração muito boa, e você pode criar uma playlist à parte só para isso.

Para quem lida com atendimento ao usuário, como academias, cursos, lojas, lanchonetes, bares e afins, pode ser uma estratégia fantástica de identidade de marca e integração entre os clientes.

  1. Invista em playlists exclusivas.

Além das playlists transmitirem o estilo da sua marca, você também pode fazer com que apenas seus clientes tenham acesso às suas playlists.

Imagina que você está lançando um curso sobre Marketing Digital para profissionais da saúde. Você pode investir em conteúdos exclusivos, como apostilas e vídeos, assim como listas de músicas. 

Você muda as configurações dessa lista para deixá-la secreta, e então compartilha com quem comprar o seu curso. Se você for um produtor de conteúdo, pode oferecer uma playlist exclusiva para os seus seguidores, ou até mesmo trabalhar com a comunidade de amigos próximos no Instagram.

Isso causa um efeito de exclusividade no seu público, que vai se identificar e engajar ainda mais com a sua marca.

  1. Produza podcasts para o seu público.

Se você produz conteúdo, uma das formas que podemos usar é o audiovisual, ou apenas áudio, e o Spotify permite que os usuários possam enviar seus podcasts para a plataforma.

Um exemplo que eu gosto muito são as irmãs Alcântara, do blog Tudo Orna. Elas trabalham com empreendedorismo e comunicação digital, possuem marcas de roupas, cosméticos, uma cafeteria em Curitiba e uma escola de branding e mídias sociais. 

Uma das plataformas onde distribuem o seu conteúdo é no Spotify, tendo um podcast próprio. Inclusive, é o meu preferido.

Fonte: https://open.spotify.com/show/6TFfHHHcitQ7IktZ6K1ctm

O Geronimo Theml é outro bom exemplo. Coach e palestrante, ele tem seu podcast no Spotify, o Sai da Média, que eu também gosto muito.

Fonte: https://open.spotify.com/show/1nuFSa15qyDWQ4kY9kOwRD

A Marina Iarte, estilista e consultora de estilo em Presidente Prudente, também começou um podcast sobre moda e estilo, o Dizem as Más Línguas

Fonte: https://open.spotify.com/show/5ggwheTZ6wJqPq6xqps2Z4?si=F8DbFNXISuiZxpHSRy92yw

Isso mostra que você não precisa ser uma celebridade ou uma grande empresa para investir neste formato de conteúdo.

Você vai encontrar vários outros blogueiros e produtores de conteúdo no Spotify, até mesmo empresas e instituições. O Crefito-3, conselho de Fisioterapia e Terapia Ocupacional de São Paulo, tem seu podcast no Spotify sobre notícias da nossa área, o Fisio e T.O. em Movimento.

Fonte: https://open.spotify.com/show/5sWlYV6xsBdHJR4QZrQk1f

Ter um podcast é uma forma legal de se comunicar com o seu público, mas vale a pena avaliar se você tem estrutura, tempo e recursos para investir e manter esse conteúdo. Caso sim e achar interessante, vai fundo.

  1. Personalize as suas playlists.

Você já criou as suas listas de músicas baseadas no estilo da marca, mas não deve se preocupar apenas com as músicas escolhidas, mas também com a formatação da playlist.

O Spotify permite que você coloque título, descrição e capa em cada uma das suas playlists. Geralmente as pessoas se importam apenas com o título e esquecem o resto, mas se você cuidar dos três elementos, pode se destacar ainda mais.

Eu sempre montei playlists que tinham a ver comigo, e quando eu decidi me profissionalizar, as minhas playlists também foram personalizadas. Em cada playlist eu montei um título e uma descrição mais descontraídas, por combinar com o meu estilo pessoal, e fiz um modelo de capa unificado, usando as cores do meu estúdio.

Se você for ver o meu perfil no Spotify, vai ver que as playlists têm todas o mesmo estilo visual e textual, e isso não foi feito à toa: é para estabelecer uma identidade marcante dentro do Spotify, conversando com a identidade visual das minhas outras mídias.

Fonte: https://open.spotify.com/user/12184550016/playlists

Eu inclusive montei o design das capas usando uma imagem de identificação, meu nome, o título da lista e a descrição, tudo dentro da capa. 

Uma coisa que eu fiz e gostei bastante foi separar as playlists por gênero e estilo, como já mencionei lá atrás, mas também fiz playlists temáticas para os dias da semana. Era uma ideia minha que resolvi compartilhar com os meus seguidores, para que a cada dia da semana você tivesse um estilo diferente para ouvir.

Fonte: https://open.spotify.com/user/12184550016/playlists

Isso é tudo por hoje! Espero que tenha gostado desse artigo, agora me fala: você já usa o Spotify em sua marca e/ou empresa? Conta para mim nos comentários.

Um abraço e até a próxima!

Referências:

A Moda como ferramenta de branding pessoal

Moda. Essa palavrinha de quatro letras sempre fez com que eu me sentisse um ET, já que nunca foi meu forte ou mesmo meu interesse. Mas de uns anos para cá eu fui me interessando muito por um termo bem atual: branding.

Branding nada mais é do que o processo de construção e gestão de uma marca. É como uma empresa trabalha para ser vista e lembrada, mas o branding não está restrito às grandes empresas, ele também serve a pessoas como eu e você, que podem trabalhar a sua marca pessoal para se posicionar como profissional

Em outras palavras, branding significa comportamento e imagem, e o que mais pode representar a imagem pessoal do que a moda? Até porque moda é comportamento, sempre em constante mudança.

Comecei a estudar mais sobre o assunto para entender como posso usar a moda a meu favor, e consequentemente, te ajudar com esse processo. Mas eu entendo de fisioterapia e mídias sociais, não desse universo, então contei com o apoio de uma pessoa muito especial que vai falar um pouco com a gente sobre o assunto.

Recebam então o Rogério Duarte, publicitário e consultor de estilo aqui de Pompeia, responsável por cocriar este artigo comigo e nos explicar a relação entre moda e marca pessoal.

Vamos lá?

GB: Como você se envolveu com moda, Rogério?

Rogério: Desde pequeno gostei muito da área, mas na região que moro não tinha nenhum curso de Moda, então fiz Publicidade e Propaganda por orientação do meu pai. Ele me disse para começar com essa graduação por ter aqui onde moro e possuir alguma ligação com o setor, e quando estivesse mais estabilizado eu poderia enfim fazer o curso que queria. E, de fato, me identifiquei com a Publicidade.

Em 2008 visitei um ateliê de noivas em Curitiba, pois era casamento de uma prima e eu havia desenhado o vestido dela. Lá vi um anúncio que precisavam de um estilista. Fui convidado a trabalhar com eles, e me senti um pouco inseguro, já que sabia apenas desenhar, não tinha habilidades em corte e costura. 

Recebi a proposta de ficar um mês em experiência para ver como eu me saía. Passado esse período, fiquei mais 60 dias e depois disso fui efetivado. Nesse período, fiz minha inscrição para o curso de Técnico em Moda, no Senai Curitiba, e passei então dois anos trabalhando no ateliê durante o dia e à noite fazia o curso. 

Formei em 2010 em Moda, a partir disso trabalhei por seis anos lá no ateliê, com a produção de vestidos para noivas e festas, com editoriais de moda, foi um período bem bacana para mim. 

Depois desses seis anos eu saí e fui trabalhar como consultor de estilo na Versace, uma grife italiana. Isso me deu a oportunidade de conhecer o setor de Moda de Luxo, algo bem diferente da minha experiência no ateliê.

GB: O que te fez decidir a trabalhar com moda e estilo?

Rogério: Eu sempre gostei da parte artística e desenhar, tanto que desde os nove anos eu desenhava vestidos de noiva no caderno. Recebia até bilhetes dos professores, falando que eu não fazia a tarefa, só desenhava. 

Fui aperfeiçoando com o tempo, e minha mãe sempre me estimulou muito, assim como meu pai. Ela me comprava materiais de desenho, como lápis e papéis, enquanto meu pai me dava dicas de como melhorar os meus desenhos.

Minha família sempre deu muito apoio, mesmo não enxergando como uma profissão. Nem eu enxergava, a princípio. Fui entendendo com o passar do tempo que poderia profissionalizar esse meu talento

O incentivo e a valorização da minha família sobre a minha arte foi o que me incentivou a decidir por esse rumo.

GB: Além de consultor de estilo você também é publicitário. Você costuma trabalhar com esses dois setores separados ou consegue uni-los?

Rogério: Para mim funciona muito bem. Meu primeiro contato foi com Publicidade e Propaganda, que é venda. Você precisa acreditar naquilo para que você possa vender

Depois, quando eu fiz o curso técnico, eu precisava montar um catálogo de moda para o trabalho de conclusão de curso, e alguns alunos tercerizaram por não possuírem esse conhecimento de layout, arte e gráfica. O curso de Publicidade me deu isso, a chance de unir minhas duas experiências em publicidade e moda foi perfeito, pois consegui fazer exatamente como idealizei.

Atualmente, quando vou trabalhar com editoriais de Moda, não é só combinar sapatos ou que tipo de cabelo, enfim, não é apenas a parte estética. Existe um cuidado minucioso em conversar com o contratante para entender qual é a imagem que ele quer passar, o objetivo que pretende atingir com aquele editorial. 

Então é feito todo um estudo mercadológico, de conteúdo e produto, para depois desenvolvermos o trabalho artístico, que na verdade é isso que todo mundo vê nas revistas, nos sites e no Instagram. Eu costumo dizer que a beleza e o glamour são apenas o pico do iceberg, mas por baixo do nível existem várias outras coisas que, na verdade, é o que sustenta esse trabalho. 

Como diz Nizan Guanaes, um publicitário brasileiro, “Publicidade é mais transpiração do que inspiração”. Temos que trabalhar muito, pesquisar muito, para estruturar esse trabalho, para que esse glamour não venha vazio, e sim cheio de conteúdo.

GB: Sabemos que a gestão de marca leva em consideração vários fatores, que vão muito além do logotipo. A moda pode ser usada como estratégia de construção da marca e da identidade visual?

Rogério: Sim, mas é preciso analisar primeiro, pois para construir uma marca, você vai utilizar de várias estratégias de acordo com aquele segmento. A moda pode ser usada, desde que seja um segmento voltado para ela. 

Existe um estigma de que moda é luxo, o que não é verdade, pois existem várias vertentes da moda, e o luxo é apenas uma delas. A moda pode ser inserida em outro segmento, desde que ela esteja ligada com o perfil do produto que se deseja vender.

Por exemplo, o lançamento de um condomínio luxuoso pode buscar associar a imagem de poder e riqueza, e assim você vai colocar na propaganda pessoas bem vestidas, com um cabelo bem produzido, joias. Fazemos todo um trabalho de moda para passar essa mensagem, como seriedade, glamour, imponência.

A moda acaba tendo a função de ser uma embalagem, mas para que isso funcione, o produto precisa ter um conteúdo coerente com a mensagem transmitida.

GB: É mais fácil pensar na moda ao falarmos de modelos e influenciadores. Mas como micro influenciadores, produtores de conteúdo e até mesmo empreendedores e profissionais autônomos podem usar a moda para construir sua marca pessoal?

Rogério: A moda pode, deve e está sendo usada no meio corporativo. As pessoas contratam o personal stylist para traçar qual é perfil desse profissional e auxiliar a construir a sua aparência. 

E no mundo atual, a aparência é muito importante no meio corporativo, você deve estar sempre bem vestido. Porém, estar bem vestido não significa necessariamente usar uma grife ou uma roupa cara. O personal stylist vai traçar um perfil de acordo com a sua personalidade e desenvolver um estilo que tenha a ver com você

É muito bacana o relato das pessoas com quem fiz esse trabalho: a forma como o profissional muda, os elogios que recebo, como me olham diferente. Isso mexe com a autoestima da pessoa, consequentemente o trabalho melhora e rende mais. 

GB: Como pessoas comuns podem usar a moda para construir sua identidade no cotidiano?

Rogério: Gosto de enxergar essa divisão entre celebridades e pessoas comuns, porque é legal você se inspirar em alguém, mas é essencial buscar a sua própria identidade

Entender se você prefere estampas ou cores mais neutras, por exemplo. Se você vive em um lugar quente, você vai procurar roupas que tenham a ver com esse clima, com a sua personalidade e com o seu local de trabalho. Mas você também precisa levar em consideração o que faz você se sentir bem.

A construção de estilo é gradativa, você não acorda um dia como especialista. É aos poucos, percebendo com os comentários das pessoas, com o próprio espelho e como você se sente com aquilo. 

Ao mesmo tempo, essa construção depende também de muita observação e leitura, buscar informações e ler a respeito é muito interessante. Quando alguém quer mudar o visual, essa pessoa começa a pesquisar referências, e automaticamente já começa a pensar diferente na forma de escolher uma camisa ou planejar um corte de cabelo.

Falando assim pode parecer muito superficial, mas não é. A moda, quando usada de forma estratégica, é um verdadeiro efeito dominó. Ela reflete na sua autoestima, no seu trabalho e nos frutos que você colhe dele.

GB: Você acredita que a moda possui uma função social além da estética?

Rogério: Com certeza. Nós estamos acostumados a ver a moda como objeto de consumo, conceito esse que se iniciou com o fast fashion, através de lojas como Zara, Riachuelo, Renner, entre outras.

Depois dessa criação, todo mundo passou a se sentir um pouco estilista, ao ver as peças expostas e criar suas próprias combinações. O que pode gerar certos deslizes (e falo deslizes porque não acredito em certo e errado na moda), mas essa concepção ajudou a popularizar a construção de estilo em camadas sociais mais baixas.

A Zara é uma loja de departamento que eu gosto muito, outras lojas seguiram essa linha posteriormente, onde colocam um pessoal que entende do assunto, o visual merchandising, para montar as vitrines e deixar os modelos prontos para o consumidor. 

No início do fast fashion, as pessoas não estavam preparadas para isso, já que a moda conceitual e ter um estilo estava restrito à classe A, apenas. Hoje, o fast fashion levou a moda até outras classes, como B, C, D. Essas classes aprenderam a consumir moda através desse conceito.

Outro detalhe muito legal sobre o assunto é a questão da moda sustentável. Cada vez mais vemos tecidos ecologicamente corretos e a preocupação das marcas com o meio ambiente

A Osklen, por exemplo, é uma marca muito legal nesse aspecto. Ela trabalha com tecidos tecnológicos e tecidos naturais, é muito bacana. E se formos aprofundar no assunto, existem várias outras marcas que se preocupam com o meio ambiente e sustentabilidade. 

Eu gosto muito de frisar com esses exemplos de que moda não é futilidade, existe uma função social muito importante por trás dessa área.

GB: Quais dicas você dá para as pessoas que querem trabalhar com moda e estilo?

Rogério: Para falar sobre isso, preciso fazer uma analogia: a pessoa gosta de animais e decide fazer veterinária, mas ela gosta dos animaizinhos bonitos e saudáveis, e vai ser preciso lidar com animais doentes também.

A moda é a mesma coisa. Você pode gostar de consumir moda, de desfiles e revistas, mas trabalhar com moda vai além disso. Você precisa estudar muito, fazer pesquisa de mercado, que é muito exaustivo e trabalhoso. Para trabalhar com criação de coleções, você também vai pesquisar bastante sobre tecidos e cores.

As pessoas acreditam que trabalhar com moda é apenas dar dicas do que combina com o que, mas essa é apenas uma parte da moda. Eu digo que é a cereja do bolo, antes disso tem muito trabalho e estudo.

Eu cometi muito esse erro quando fiz faculdade. Como não gostava de matemática, fiz Moda por acreditar que não teria contato com a área. Mas para estudar costura e modelagem tive que saber sobre formas geométricas, e consequentemente, muita matemática. Só que a paixão pela moda era muito maior, então fui superando esses desafios.

Meu conselho então para aqueles que querem seguir esse estudo: procure se aprofundar, ler a respeito de como a moda surgiu. 

A História da Moda tem assuntos deliciosos para você aprender e conhecer a evolução da moda. As décadas de 1920, 1930 e 1940 são as que eu mais gosto, pois as pessoas lá se viravam com o que tinham. As modelagens eram mais bonitas e estruturadas devido aos únicos tecidos disponíveis na época, vindo dos uniformes militares. Usava-se cortes mais retos, tecidos mais estruturados… 

Enfim, o caminho é esse. Procurar se informar e estudar, para depois inserir o seu estilo dentro desse conhecimento, e assim você desenvolve a sua marca e sua identidade. É isso que vai fazer diferença no mercado.


Essa foi a primeira cocriação aqui na GB, com o Rogério Duarte nos dando uma aula sobre moda e construção de estilo. Não sei vocês, mas eu amei e tô doido para aplicar esse conhecimento na minha marca pessoal.

Se ficou alguma dúvida sobre o assunto, deixe aqui nos comentários que a gente te responde. Quero agradecer ao Rogério pela disponibilidade e pela ajuda incrível neste artigo!

E você, começou a ver a moda com outros olhos? Conta pra mim o que achou.

Um abraço e até a próxima!

Nove motivos para estar no Instagram

Não tem como falar de redes sociais sem falar do Instagram, devido à relevância que o aplicativo construiu ao longo dos anos. Já publiquei um artigo aqui na GB sobre as principais redes sociais da atualidade, e como podem conferir, o Instagram está posicionado na lista.

Mesmo tendo me aprofundado em Gestão de Mídias Sociais como um todo, estudando sobre as diversas plataformas que permitem interação aos usuários, optei por me especializar no Instagram. Muito disso se deve à minha preferência pessoal pela rede, mas também pela infinidade de recursos que o Instagram oferece.

Eu gosto de dizer que o Instagram hoje é um verdadeiro universo digital, com várias funcionalidades e oportunidades, tanto para pessoas comuns, quanto para empresas.

Se você ainda não está no Instagram, ou não conhece muito sobre a rede, fica comigo que você não vai se arrepender!

Como surgiu o Instagram

Antes de te dizer as vantagens da plataforma, faz sentido para mim contar a história do Instagram. E essa história é bastante simples.

Tudo começou com dois engenheiros de software, chamados Kevin Systrom e Mike Krieger. O Mike é brasileiro, inclusive. Eles criaram um aplicativo chamado Burbn, inicialmente, que possuía várias funcionalidades. 

Para simplificar o app, eles decidiram focar na publicação de fotos, e assim surgiu o Instagram. O nome veio da fusão de instant camera e telegram, indicando que a função do aplicativo era compartilhar fotos instantâneas, como se fossem polaroids digitais.

O Instagram foi lançado para iOS no dia 6 de outubro de 2010, e no mesmo dia foi considerado o mais baixado pelos usuários, atingindo 1 milhão de usuários ainda em 2010. Em 2012 foi lançado para Android e comprado pelo Facebook por 1 bilhão de dólares.

Com isso já podemos pensar que o Instagram foi um sucesso desde a sua origem, pois se chamou a atenção do Facebook, uma das maiores empresas do mundo, é porque ele tem seu valor.

E quais são os principais pontos positivos dessa rede? Vamos conferir!

  1. Uma das redes mais usadas no Brasil

Segundo dados da Social Media Trends 2019, o Instagram teve a marca de segunda rede social mais usada no Brasil, com 89,4% de empresas e 92,5% de usuários nessa rede, segundo a pesquisa. 

Ou seja: se você não está no Instagram, saiba que seus amigos, familiares e até possíveis clientes provavelmente estão.

Para quem tem uma empresa, um negócio local ou é um profissional autônomo, é a chance de falar com vários possíveis clientes. Para pessoas físicas, é a certeza de encontrar seus amigos e familiares para manter contato.

  1. Oportunidade de ter um perfil comercial

Falei rapidamente sobre a oportunidade de empresas buscarem clientes no Instagram, e para isso, pode ser interessante ter uma conta profissional. A plataforma permite que qualquer pessoa possa criar uma página comercial para o seu negócio, e assim se comunicar com seu público.

Mas isso não se limita a empresas: profissionais autônomos e até pessoas comuns podem transformar sua conta pessoal em comercial, facilitando a gestão da sua marca. Ao contrário do Facebook, onde você precisa criar uma página separada do seu perfil, no Instagram você pode usar uma conta única.

E para gerenciar as contas, caso queira separá-las, também não tem segredo: você pode criar um perfil profissional atrelado à sua conta pessoal. Para alterar de uma para outra basta clicar em um botão e pronto, sem precisar de login e senha diferentes.

  1. Uma das redes com maior taxa de engajamento

Engajamento é a capacidade de um perfil criar envolvimento e interações com os usuários, que irão interagir espontaneamente com a conta. 

Para você que tem uma conta comercial, estar em uma plataforma com alto engajamento significa mais chances de fazer o seu negócio ser conhecido e se comunicar com seus clientes

E para quem quer apenas ter um perfil pessoal, isso também é interessante, já que estar em uma rede com poucas pessoas para interagir é muito desestimulante. Aqui você tem mais oportunidades de manter contato com as pessoas que você conhece e fazer novas amizades. 

Diferentemente do Facebook, você não precisa solicitar ou aceitar amizade com alguém para interagir com esse usuário. As pessoas podem ver suas publicações, se você quiser, e você pode conhecer e conversar com outros usuários em postagens que você comentar, aumentando sua rede de relacionamentos.

Outro ponto a favor da interação de usuários são os Stories: fotos e vídeos que desaparecem depois de 24 horas. Nos Stories é possível montar enquetes, abrir caixas de perguntas e comentários, enviar músicas e também indicar perfis e localizações físicas

A chance de receber respostas ao usar um recurso interativo nos stories é muito grande.

  1. Algoritmo integrado aos seus interesses

O Instagram é uma rede bastante visual, focada em fotos e vídeos, mas o aplicativo não te entrega conteúdo ao acaso. Existe um algoritmo incrivelmente complexo que analisa o que você gosta e te apresenta aquilo que se adequa aos seus interesses.

As pessoas com quem você mais interage tem preferência na sua linha do tempo. Por exemplo, se você curte e comenta com muita frequência as fotos dos seus filhos e netos, as postagens deles aparecem mais para você. Já nos stories, as pessoas que você mais interage aparecem para você com maior frequência.

Mesma coisa com marcas e influenciadores. Quanto mais você se envolve com o perfil — curtindo, comentando e compartilhando esse conteúdo — mais você vê as postagens nos primeiros lugares da linha do tempo e stories.

Na seção Explorar não é diferente. Se você curte muitas páginas e posts sobre viagens, ao entrar nessa seção você terá mais conteúdo envolvendo viagens. 

  1. Alinhado com as principais tendências mundiais

Se algo faz muito sucesso nas outras redes, pode ter certeza que estará no Instagram. Isso se não veio do próprio Instagram.

O conceito de Stories começou no Snapchat, e ao ver o potencial da ferramenta, o Instagram lançou a funcionalidade no app. Mais recentemente vimos a explosão do TikTok com os vídeos rápidos, fazendo o Instagram lançar as Cenas nos stories e o Reels, uma seção dedicada a esse formato de vídeos.

Deixando o questionamento moral e ético de lado, o Instagram sempre foi muito assertivo em analisar tendências e oferecê-las aos seus usuários. Estar no Instagram significa estar sempre perto das principais novidades e interesses do mundo inteiro.

  1. Integração com outros aplicativos e redes

Se você quiser compartilhar uma página da internet nas redes sociais, pode ter certeza que o Instagram será uma opção. 

Muitas redes sociais permitem que você integre seu perfil com a conta no Instagram, mostrando a relevância dessa plataforma entre as redes. Quando postar um story ou uma foto no seu perfil, e quiser postá-lo também no Facebook, conseguirá publicar nas duas plataformas dentro do Instagram. 

Recentemente saiu uma integração com o Messenger, o aplicativo de mensagens do Facebook, facilitando ainda mais a conexão entre as redes do grupo Facebook.

  1. Possibilidade de vender produtos pelo seu perfil

Com o Instagram Shopping, você pode criar uma loja virtual dentro do seu perfil, facilitando muito o trabalho de comerciantes e também pessoas físicas. O Instagram exibe o produto no seu perfil, você pode marcá-lo em publicações e o usuário pode efetuar a compra pelo próprio aplicativo.

É preciso ter uma conta comercial para ativar essa função, que não é nenhum segredo. É bastante rápido para criar um novo perfil comercial ou mudar sua conta para profissional.

E o melhor: você não paga absolutamente nada por esse recurso!

  1. Você pode fazer anúncios dentro do Instagram

Independente se você tem uma loja no perfil ou não, qualquer publicação sua pode ser anunciada. Desde um post que você queira promover para alcançar um público maior, até criar uma campanha publicitária completa dentro da rede.

O Instagram Ads é uma plataforma simples e completa, que te permite segmentar as campanhas por gênero, faixa etária, localização, gostos e interesses, e por aí vai. O custo é mais baixo do que anunciar no Google e outras mídias físicas, tendo assim um custo-benefício muito interessante.

  1. Ferramentas para analisar o desempenho da sua conta

Tendo uma conta comercial, o Instagram te oferece uma série de gráficos e métricas para que você saiba exatamente quem é o seu público e como criar estratégias para ele.

Análises completas de gênero, faixa etária e localização mais comum entre seus usuários, quantas pessoas visualizam seus stories, quantas e quais ações são tomadas pelo seu conteúdo (cliques no link, visitas ao perfil, taxas de comentários), e muito mais.

Informações que costumam estar disponíveis apenas em softwares e aplicativos especializados, estão dentro do seu perfil, disponibilizadas pelo próprio Instagram.


Esse foi o artigo de hoje, espero que tenha te dado uma boa visão sobre o Instagram. Se você ainda tem dúvidas sobre a plataforma, sobre como usá-la e que outros benefícios ela pode te trazer, me chama nos comentários que terei o maior prazer em te ajudar.

Um grande abraço e até a próxima!

Referências

Quais são as principais redes sociais da atualidade?

Não sei dizer exatamente quando foi que entrei nesse universo das redes sociais, mas já passei horas conversando no MSN e participando de comunidades no finado Orkut

Descansem em paz.

Assim como já tive outras redes menos conhecidas, como Fotolog, Myspace, Google+, Ask.fm, Vine, entre muitas outras que nem me lembro mais dos nomes.

O fato é que as redes sociais estão cada vez mais presentes em nossas vidas, e a tendência é aumentar. Em 1999 Bill Gates disse “Haverá dois tipos de negócios no século 21: os que estão na internet e aqueles que já não existem“.

E uma das melhores formas de criar presença digital é o bom uso das redes sociais. Tanto para pessoas quanto para empresas.

Você provavelmente deve conhecer apenas algumas delas, ou talvez nem saiba direito como explorar todo o potencial das redes sociais a seu favor. Isso quando não pede para seu filho, sobrinho ou neto te ensinar a mexer, não é?

Sendo assim, esse artigo é para você entender o básico sobre as redes sociais mais conhecidas e quais são os principais objetivos de cada rede, para que possa entender quais são melhores para você.

Vem comigo que é sucesso!

O que são as redes sociais?

Por definição, uma rede social é um conjunto de pessoas conectadas pelos seus laços e relacionamentos. O seu grupo de trabalho ou classe é uma rede social. Seus familiares e amigos também são. E quando essas redes são construídas na internet, aí temos o conceito de redes sociais digitais, ou simplesmente redes sociais.

Com isso, podemos entender que o principal objetivo de uma rede social é promover relacionamentos entre pessoas através de uma plataforma digital.

Mas você ainda pode encontrar o termo mídias sociais por aí, que apesar de ser bem semelhante, não é um sinônimo para redes sociais. 

Pensa aqui comigo: enquanto uma rede social foca em criar relacionamentos e conectar pessoas, uma mídia social se preocupa apenas em promover e distribuir conteúdos através de uma plataforma digital.

O e-mail é uma mídia social, pois vai apenas te entregar conteúdo de um destinatário. Não é objetivo dele fazer com que você interaja com outros usuários. 

Já o Facebook vai promover conteúdos e também permitir que as pessoas estejam conectadas. 

E porque usamos as redes sociais?

Cada pessoa tem um motivo específico para estar nas redes sociais, mas podemos definir em um termo geral: conexão.

As redes sociais permitiram que nós possamos nos conectar verdadeiramente com as pessoas, mesmo por trás de uma tela. Quando você tem amigos e familiares que moram longe, era muito mais difícil manter contato antigamente, onde dependíamos de cartas e telefonemas.

Hoje essa presença é muito mais facilitada. Você pode manter contato com pessoas que moram até mesmo em outros países, e interagir ao vivo. Você pode acompanhar a rotina de amigos e familiares, assim como de empresas e pessoas públicas.

Tente pensar na possibilidade de falar com atores e cantores famosos há 20 anos. Praticamente impossível, certo? Hoje, por outro lado, você pode comentar em uma rede social dessa celebridade, e receber uma resposta da mesma pessoa. 

Se você tem uma empresa, sabe que uma das formas mais acessíveis de fazer publicidade, e também mais poderosa, é o boca a boca. Usar suas redes sociais para divulgar seus serviços é ainda mais efetivo, já que você pode falar com diversas pessoas que não conhece, e provavelmente não alcançaria se não estivesse na internet.

E quais são as principais redes sociais atualmente? Segue a lista:

Facebook

Sem sombra de dúvidas, o Facebook se tornou uma referência mundial no universo das redes sociais.

Ele perdeu o posto de rede social mais usada no Brasil, mas ainda é a principal do mundo. Sua extensão é tão grande que hoje já controla outras grandes redes, como Whatsapp, Instagram e Messenger.

Foi criado em 2004 com o objetivo de criar relacionamentos entre os seus usuários. O próprio Facebook cita em sua página que o Facebook acredita no potencial das pessoas quando elas se unem, e sua missão é dar às pessoas o poder de criar comunidades e aproximar o mundo

Isso o classifica como uma rede de relacionamentos.

Youtube

Ao contrário do Facebook, o Youtube é uma rede de entretenimento, pois apesar de permitir que seus usuários se conectem e compartilhem conteúdos, o grande foco da rede é produzir e distribuir vídeos.

Na página oficial, o Youtube divulga que sua missão é dar a todos uma voz e revelar o mundo, pois acreditam que todos têm o direito de expressar opiniões e que o mundo se torna melhor quando ouvimos, compartilhamos e nos unimos por meio das nossas histórias.

Foi adquirido pelo Google em 2006, e hoje é a maior plataforma de compartilhamento de vídeos no mundo. Deu voz a muitos artistas e influenciadores, como a era dos vlogs no início da década de 2010, e até hoje está ligado aos maiores produtores de conteúdo audiovisual. 

O Youtube tem uma importância considerável por ter revolucionado a forma como consumimos mídias audiovisuais.

Instagram

O Instagram é minha rede social preferida, e ganhou muito destaque nos últimos anos. 

Criada em 2010, em 2011 foi comprada pelo Facebook por 1 milhão de dólares, e sua proposta era compartilhar fotos instantâneas, como um álbum de fotos virtual.

O site oficial nos traz as seguintes informações, referente aos objetivos da rede: aproximando você das pessoas e das coisas que ama, nosso compromisso é promover uma comunidade segura e acolhedora para todos. Expresse-se de novas maneiras com os recursos mais recentes do Instagram, conecte-se com mais pessoas, conquiste influência e crie conteúdo atrativo que seja claramente seu.

Entretanto, o Instagram alcançou tantas novas funcionalidades que se tornou um universo completo

Hoje você pode postar imagens e vídeos permanentes no Feed, fotos e vídeos descartáveis após 24h nos Stories, criar seu próprio canal de vídeos no IGTV, compartilhar cenas e momentos com o Reels, a mais nova funcionalidade, assim como criar uma loja virtual em seu perfil com o Instagram Shop.

Sendo uma rede focada no visual, o Instagram tem uma das maiores taxas de engajamento entre as redes sociais, além de ser um ambiente propício para marcas se aproximarem do seu público.

Whatsapp

Muitas pessoas não se dão conta, mas o tão famoso aplicativo é também uma rede social, focada em transmissão de mensagens em tempo real. Você pode conversar ao vivo com qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo através do Whatsapp.

Inclusive, em sua página o Whatsapp reforça seu desejo de possibilitar que as pessoas se comuniquem sem barreiras, em qualquer lugar do mundo.

A maioria esmagadora de pessoas no país está no Whatsapp, que cada vez mais recebe atualizações para otimizar a plataforma. Uma das mais recentes é o Whatsapp Business, onde empresas e prestadores de serviços podem usar o aplicativo como fonte oficial de comunicação com os clientes.

Isso significa a facilitação de compra e venda de produtos e serviços pelo Whatsapp. Não é tão incomum que nós busquemos o número de empresas para pedir informações e até mesmo realizarmos a compra pelo aplicativo. 

Por isso, está sendo estudado a possibilidade de realizar pagamentos e operações pelo Whatsapp.

LinkedIn

Diferentemente das outras redes sociais, o LinkedIn é uma rede profissional, com o objetivo de formar conexões profissionais entre pessoas e marcas. Não é à toa que nessa rede você não solicita amizade, e sim conexão com os usuários.

O LinkedIn define, em sua página oficial, que sua missão é conectar profissionais do mundo todo, tornando-os mais produtivos e bem-sucedidos, além de criar oportunidades econômicas para cada integrante da força de trabalho mundial.

Você pode usar essa rede para divulgar sua experiência profissional, enquanto empresas podem usar a plataforma para selecionar novos funcionários e colaboradores. O LinkedIn tem uma proposta mais formal, e por isso não é a rede ideal para falar sobre o dia-a-dia, mas sim contribuir com seus conhecimentos e promover networking.

Twitter

O Twitter já foi uma rede mais popular antigamente, mas ainda tem uma importância considerável entre as grandes redes. Sua proposta é compartilhar pensamentos em poucos caracteres.

Uma rede de comunicação rápida e assertiva, mais conhecida pelas discussões de cunho político e disseminação de notícias e informações. Estar no Twitter é ser informado em tempo real pelos principais acontecimentos Brasil e no mundo, e ver reflexões diversas sobre os assuntos.

Segundo o site oficial, o Twitter é o lugar certo para saber mais sobre o que está acontecendo no mundo e sobre o que as pessoas estão falando agora.

Foi uma das primeiras redes a apresentar o conceito de seguidores ao invés de amigos, indicando que é uma rede mais impessoal. A comunicação é mais autêntica, onde você tem mais liberdade para dizer o que pensa, e isso pode ou não atrair pessoas que concordem ou discordem de você.

Outras contribuições importantes do Twitter foram os conceitos de hashtags e trending topics

As hashtags são as famosas “etiquetas” sinalizando um tipo de conteúdo, que você pode usar para acompanhar o que tem se falado sobre o assunto. Já os trending topics seriam os assuntos em alta no momento, para que você possa acompanhar o que mais está sendo comentado no país e no mundo.

TikTok

De todas as redes apresentadas aqui, o Tik Tok é a mais recente e uma das que mais cresceram nos últimos anos. A proposta do app é compartilhar conteúdo em vídeos de forma espontânea

Os vídeos rápidos com fundo musical ajudam a popularizar tendências, e por isso o app tem uma alta capacidade de viralização em seus conteúdos. Isso significa que o que é postado no TikTok tem mais chance de ser compartilhado pelos usuários.

De fato, é um app viciante e muito atrativo, que foca em vídeos para entretenimento e educação. Isso casa com a missão do app, sinalizada em sua página oficial: inspirar criatividade e trazer alegria.

Pinterest

Talvez você nunca tenha ouvido falar dessa rede, ou já deve ter se deparado com ele e não prestou tanta atenção. Mas se você não conhece o Pinterest, deveria conhecer agora.

O Pinterest atua como um grande painel de imagens, que pessoas usam para buscar inspiração em projetos. Basicamente, nessa rede você não precisa produzir conteúdo, basta repostar imagens de outras redes e organizar em murais semânticos.

A proposta da Pinterest em sua página é bastante simples: quando a ideia é boa, você bate o olho e já sabe. Essa é a grande sacada, ser um rede visual e funcional, para que você possa ver e se inspirar, além de reagir aos posts (chamados de pins) de outros usuários. 

É considerada uma rede de nicho.

Snapchat

Essa rede foi muito popular entre 2014 e 2015, hoje já não é mais tão lembrada pela grande maioria das pessoas. 

O Snapchat introduziu o conceito de imagens e vídeos que desaparecem em 24h, algo que deu tão certo que foi copiado pelo Instagram, Facebook, Whatsapp, e recentemente pelo Twitter, através dos Fleets. Com isso, a rede perdeu muito do seu público.

A visão do Snapchat, em sua página oficial, se baseia em contribuir com o progresso da humanidade, empoderando as pessoas para se expressarem, viverem no momento, aprenderem sobre o mundo e se divertirem juntas.

Apesar do declínio, é uma rede de nicho que ainda possui um público muito fiel.

Spotify

Eu pensei bastante antes de incluir esse aplicativo, já que o Spotify é considerado muito mais uma mídia social do que uma rede social em si. Sendo uma plataforma de streaming, sua função era apenas ouvir músicas e podcasts, criar playlists e seguir artistas.

Contudo, a plataforma também permite que os usuários possam seguir uns aos outros, ouvir suas playlists e segui-las, gerando interação entre eles. Com as playlists colaborativas isso ficou mais nítido, já que os usuários podem criar playlists juntos, cada um adicionando as músicas que gostam. 

E mais recentemente, o Spotify revelou sua vontade de criar uma linha do tempo onde podemos ver informações e novidades relacionadas aos artistas que seguimos. Isso deixa a plataforma com mais cara de rede social, mas não apaga as possibilidades de interação que ela já permitia.

A proposta da rede é muito intuitiva e cativante: crie a trilha sonora para a sua vida com o Spotify. A página oficial reforça o compromisso em democratizar o acesso à música e conteúdo em áudio.

Como eu posso escolher quais redes sociais são interessantes para mim?

Para isso, você precisa saber o que busca e o que espera ao se conectar em uma rede social. Dependendo do que é mais importante para você, existe uma rede social que se adequa melhor aos seus objetivos

Para manter contato com as pessoas conhecidas, Facebook e Whatsapp são os mais indicados. 

Instagram e Twitter são mais recomendados para seguir marcas e influenciadores

Já o TikTok, Spotify e Youtube podem ser usados quando se procura por entretenimento e conteúdo educativo

Pinterest e Snapchat são ótimos caso queira se conectar com nichos específicos

E o LinkedIn é ideal para estabelecer e fortalecer relações profissionais.

De acordo com o seu objetivo você pode estar em algumas dessas redes, ou em todas, já que podemos dar um propósito muito maior às redes sociais do que apenas interagir e consumir conteúdo.


E você, quantas dessas redes usa? Conta pra mim nos comentários, até podemos nos conhecer melhor em outras redes.

Espero que tenham curtido esse artigo. Abraço e até a próxima!

Referências